# Operação Resolução Absoluta: Os Detalhes da Captura de Nicolás Maduro
Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos executaram uma operação militar em território venezuelano que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cília Flores. Denominada Operação Resolução Absoluta, a ação foi descrita por autoridades americanas como uma das operações mais complexas e precisas já realizadas pelo aparato militar dos EUA.
O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas americanas, general Daniel Caine, detalhou em coletiva de imprensa a execução da operação. Segundo seu relato, o presidente Donald Trump autorizou o prosseguimento da missão às 22h46, horário do Leste, quando transmitiu suas palavras aos militares: “boa sorte e que Deus os acompanhem”. A partir desse momento, mais de 150 aeronaves começaram a decolar de 20 bases militares diferentes, distribuídas por todo o Hemisfério Ocidental.
O contingente aéreo era composto por bombardeiros, caças, plataformas de inteligência, reconhecimento e vigilância, além de aeronaves de asas rotativas. Caine ressaltou que “milhares e milhares de horas de experiência estavam em voo” durante a operação, que exigiu “o máximo de precisão e integração dentro da força conjunta”. Segundo o general, a complexidade da missão foi extrema, sendo descrita como “uma operação audaciosa que somente os Estados Unidos poderiam executar”.
O planejamento da operação se estendeu por meses. Agências de inteligência americana, incluindo a CIA e a NSA, trabalharam para localizar Maduro e mapear seus deslocamentos, investigando detalhes como sua residência, locais de viagem, hábitos alimentares e de vestuário. No início de dezembro, as forças militares já aguardavam em estado de prontidão a execução da operação. Caine revelou que a “missão foi planejada de forma meticulosa”, extraindo lições de décadas de operações militares americanas.
As forças especiais dos EUA, identificadas como Delta Force, chegaram ao complexo onde Maduro estava alojado, na região central de Caracas, às 2h01, horário da Venezuela. Ao chegarem à “área alvo”, as equipes de captura foram alvejadas, respondendo com fogo que o general descreveu como “de forma esmagadora” em legítima defesa. Uma das aeronaves envolvidas na operação foi atingida por disparos, mas permaneceu operável, permitindo que continuasse apoiando as forças no solo.
Segundo o relato do general, Maduro e sua esposa se renderam sem resistência. As equipes de inteligência aérea e terrestre forneceram atualizações em tempo real à força no solo, permitindo que navegassem pelo ambiente complexo com segurança. A operação foi executada “com profissionalismo e precisão, sem qualquer perda de vidas americanas”, afirmou Caine. A força permaneceu protegida por aviação tática de cobertura durante todo o desenrolar da operação no complexo.
Após a captura, Maduro e Flores foram rapidamente extraídos do local, inicialmente levados por helicóptero até o navio anfibio USS Iwo Jima. O helicóptero que os transportava foi impactado por disparos durante a extração, embora nenhum membro das tropas americanas tenha sido ferido. As forças abandonaram o território venezuelano aproximadamente às 3 da madrugada.
A fiscal geral dos EUA, Pam Bondi, confirmou que ambos seriam juzgados em um tribunal federal do Distrito Sul de Nova York por narcotráfico e narcoterrorismo. Maduro enfrentava acusações formais desde 2020, incluindo quatro cargos, entre eles conspiração para narcoterrorismo.
O secretário de Defesa dos EUA, Peter Hegseth, adotou tom ameaçador ao comentar a operação, destacando a “coordenação, furtividade, letalidade e precisão” das forças americanas. “O braço longo da justiça americana foi exibido plenamente no meio da noite”, afirmou, acrescentando que “Nicolás Maduro teve sua chance, assim como o Irã teve a sua, até que deixou de ter. Ele passou do limite e sofreu as consequências”.
O general Caine informou que as forças americanas permaneceriam “na região em alto estado de prontidão, preparadas para projetar poder, defender-se e proteger nossos interesses regionais”.
