João Pessoa lidera crescimento da Azul Viagens no Nordeste e consolida posição estratégica para 2026

A Azul Viagens encerrou 2025 com resultados expressivos em diferentes frentes de atuação, e João Pessoa, capital da Paraíba, ganhou protagonismo no desempenho da operadora no mercado doméstico. No recorte do Nordeste, a cidade registrou o maior avanço em vendas de produtos da operadora, com crescimento de 32%, superando destinos consolidados como Salvador, que teve alta de 30%, além de Porto de Galinhas e Porto Seguro.

No cenário nacional, o mercado doméstico permaneceu como base da operação da Azul Viagens, com expansão robusta de produtos em várias regiões do país. No Norte, os pacotes turísticos lideraram a alta, com crescimento de 41% em relação ao ano anterior, impulsionados principalmente pelo Amazonas, que avançou 56% com destaque para Parintins, e pelo Tocantins, que cresceu 13%, ancorado no interesse pelo Jalapão.

No Sudeste, o Espírito Santo apresentou aumento de 43% nas vendas, enquanto a região Sul registrou o salto mais acentuado do país, com crescimento de 59%. Esse desempenho foi puxado pela retomada de Porto Alegre e da Serra Gaúcha, que tiveram avanço de 124%, em um processo de recuperação acelerada após as enchentes que afetaram o estado.

No exterior, o portfólio internacional da Azul Viagens cresceu 32% em comparação com 2024. Orlando manteve papel de destaque, com alta de 56% em 2025, o que ampliou a demanda por pacotes temáticos em parceria com Disney, Universal e United Parks. Em seguida aparecem Fort Lauderdale/Miami, com crescimento de 15%, e Bariloche, que avançou 17% no período.

Entre os destinos internacionais, Madri despontou como principal novidade, com aumento de 103% após o início dos voos diretos da Azul a partir de Viracopos, em Campinas, e de Recife. O Uruguai também apresentou desempenho relevante, com crescimento de 55%, alavancado pelo interesse em Montevidéu e Punta del Este.

O segmento de ingressos e passeios também fechou 2025 em alta. Nas parcerias nacionais, a Broker Turismo aumentou em 29% o número de passageiros e 18% a receita, além de registrar crescimento de 37% na venda de ingressos para o Natal Luz. A Luck Receptivo teve elevação de 23% na receita, com destaque para a semana de Black Friday, enquanto a Porto Azul registrou aumento de 25% no faturamento no mesmo período promocional.

No mercado internacional, as vendas de ingressos e experiências subiram 30%, impulsionadas pelas parcerias estratégicas com Disney, Universal e United Parks. O lançamento do Universal Epic Universe, novo parque temático em Orlando, incrementou ainda mais a procura por produtos voltados aos Estados Unidos.

O nicho de eventos esportivos também ganhou espaço na operação da Azul Viagens. Em 2025, a operadora comercializou pacotes para 10 corridas, entre elas a 21K Noronha, Trancoso Running, 21K Bonito, Meia Maratona do Sol, 40ª Corrida Integração Campinas e quatro provas Run Disney nos Estados Unidos. Ao todo, 584 corredores adquiriram pacotes para participar dessas provas, número mais de três vezes superior ao registrado em 2024.

Para 2026, a Azul Viagens projeta ampliar e diversificar ainda mais seu portfólio. A operadora aposta na expansão do enoturismo em Porto, Mendoza e Uruguai, em novas experiências gastronômicas e em parcerias como a do City Winery. Também estão previstos pacotes curtos para os principais destinos da América do Sul e a ampliação das linhas de produtos Fly & Drive, Land & Sea e viagens esportivas.

No Brasil, a expectativa é de maior demanda por pacotes de experiência ligados a Carnaval, São João, Parintins e novas corridas, além do fortalecimento de destinos como Espírito Santo, Campos do Jordão, Chapada Diamantina, Litoral Catarinense e Belo Horizonte. Segundo Giulliana Mesquita, Head de Negócios da Azul Viagens, com expansão de portfólio da Azul, novos produtos internacionais, consolidação de destinos nacionais e o avanço das parcerias estratégicas, a Azul Viagens encerra 2025 em trajetória ascendente e inicia 2026 com um dos portfólios mais diversificados e competitivos do mercado brasileiro.

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