Ao longo da 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), em Campo Grande, a Casa do Homem Pantaneiro sediou uma série de atividades gratuitas abertas ao público sob o nome Conexão sem Fronteiras.
As atividades, que seguiram o tema do encontro global, ocorreram no antigo prédio do Parque das Nações Indígenas, restaurado para ampliar os debates da conferência além da Zona Azul, destinada aos credenciados.
Iniciativas, exposições e atividades educativas despertaram interesse sobre os ciclos e caminhos das espécies migratórias nos biomas brasileiros. O estudante de agroecologia Luiz Henrique Kinikinau destacou a reflexão proporcionada sobre as aves migratórias que muitas vezes passam despercebidas.
Adriana Suzuki, professora da rede municipal de Campo Grande, valorizou a recuperação do espaço para fins educativos. Embora já praticasse a observação de pássaros, ela não tinha conhecimento da conferência antes de Campo Grande ser escolhida como sede.
A secretária Nacional de Biodiversidade, Rita Mesquita, destacou o papel da Casa do Homem Pantaneiro como espaço de divulgação científica. Ela mencionou a satisfação com os resultados e a receptividade do público.
Rita Mesquita também ressaltou legados como o Bosque da COP15 e um edital de pesquisa para estudos sobre espécies e rotas migratórias, que será publicado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
