A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (27) a parcela de abril do Bolsa Família para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 7.
O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com o novo adicional, o valor médio chega a R$ 678,22. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa de transferência de renda do Governo Federal beneficiará 18,9 milhões de famílias neste mês, com um custo total de R$ 12,8 bilhões.
Além do benefício mínimo, são pagos três adicionais: o Benefício Variável Familiar Nutriz, que oferece seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses, um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes, outro de R$ 50 para cada filho de 7 a 18 anos, e R$ 150 para cada criança de até 6 anos.
O pagamento tradicional do Bolsa Família ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem.
Beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento no dia 16, independentemente do NIS. A medida atendeu moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca, e cinco cidades mineiras atingidas por enchentes. Cidades em outros estados, como Amazonas, Bahia, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Sergipe, também foram beneficiadas.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso, conforme a Lei 14.601/2023. O Seguro Defeso é destinado a pescadores artesanais que não podem exercer a atividade durante a piracema.
Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias com membros que consigam emprego e aumentem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada membro receba até R$ 706.
Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção será reduzido de dois para um ano, afetando apenas as famílias que entrarem na fase de transição a partir de junho de 2025. As famílias que se enquadrarem na regra até maio de 2025 continuarão a receber metade do benefício por dois anos.
