Aplicativo do Tesouro Direto será desativado a partir de 17 de agosto


O Ministério da Fazenda informou aplicativo do Tesouro Direto será desativado no dia 17 de agosto. Segundo a pasta, a medida foi tomada para permitir a “construção de uma nova experiência para os investidores”, que será divulgada em uma data ainda que será definida.

Com a desativação do aplicativo, quem investe em títulos públicos poderá acompanhar sua carteira de investimentos por meio do Portal do Investidor, site oficial do Tesouro, ou nos aplicativos do banco ou corretora utilizados para fazer as operações de compra e venda dos títulos do governo federal. 

Em nota à imprensa, o Tesouro reforçou que a desativação não representará qualquer impacto nos investimentos dos usuários.

“Com a desativação do aplicativo, os investimentos dos participantes do programa permanecem inalterados, ou seja, títulos, valores investidos, rentabilidade e demais informações continuarão preservados”, informou o Tesouro. 

A desativação do app ocorre em um programa que foi desenhado para massificar o acesso ao título público: o Tesouro Direto exige aporte mínimo de R$ 30 e não impõe limite para manutenção de estoque, o que o mantém como porta de entrada da renda fixa para pequenos investidores. Ao mesmo tempo, o custo final da aplicação ainda depende de tributos como IOF e IR e da taxa de custódia de 0,25% ao ano cobrada pela B3, fatores que influenciam diretamente a atratividade do produto em cenários de juros mais baixos.

Na prática, a mudança também reforça uma tendência de concentração do acesso em canais digitais de instituições financeiras e no Portal do Investidor, em um mercado que opera em janela diária e permite ordens fora do horário comercial com referência aos preços da abertura seguinte. Para quem

Este conteúdo baseia-se na reportagem original da Agência Brasil e inclui informações e perspectivas adicionais. Link para reportagem original.

Fonte: Agência Brasil

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