O Hemocentro da Paraíba, unidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), promoveu, nesta quarta-feira (14), uma festa em comemoração ao Dia das Crianças para as crianças que recebem assistência multidisciplinar no Hemocentro Coordenador de João Pessoa. A iniciativa aliou cuidado e diversão, proporcionando um momento de lazer, acolhimento e convivência às crianças e suas famílias.
Realizada no auditório da instituição, a programação contou com brincadeiras, música e entrega de lembrancinhas. Os personagens Pateta e Sonic, do grupo AniMonteiro Personagens Vivos, e a palhaça BomTeVer participaram voluntariamente da celebração, levando alegria às crianças.
O diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, Zé Gadelha Neto, destacou que a comemoração é mais uma ação de humanização no atendimento aos pacientes hematológicos. “Unimos gestão, servidores e voluntários para promover um momento de alegria e descontração para as crianças”, pontuou.
A festa também despertou memórias sobre a trajetória de cuidado das famílias acompanhadas pela instituição. Emyli Almeida, mãe de Emanuel Vitor, de 6 anos, recordou que a descoberta da hemofilia ocorreu quando o filho começava a andar. Após uma queda, ele apresentou um sangramento persistente na boca e precisou de atendimento hospitalar. Logo depois, foi encaminhado ao Hemocentro, onde a investigação confirmou o diagnóstico e permitiu o início do tratamento.
Há dois anos, o uso de emicizumabe, medicamento fornecido gratuitamente pelo SUS, trouxe mudanças à rotina de Emanuel e de sua família, reduzindo a necessidade de deslocamentos ao serviço. “Aprendi a aplicar o medicamento e hoje precisamos vir ao Hemocentro uma vez por mês. Antes, eram três vezes por semana”, relatou Emyli.
Entre as lembranças do diagnóstico e as conquistas do tratamento, a mãe destacou os sonhos que marcam a infância do filho. “Ele adora jogar bola, sonha em ser jogador profissional e recebe tudo de que precisa para crescer como qualquer outra criança”, afirmou.
A jovem Priscila da Silva, mãe de Paulo Vitorino, de 5 anos, também destacou a assistência recebida no Hemocentro. Diagnosticada com anemia falciforme, a criança é acompanhada pela instituição desde os 15 dias de vida, com atendimento médico, odontológico e exames de rotina. “Desde que meu filho começou o acompanhamento no Hemocentro, recebemos um tratamento excelente”, afirmou.
A hematologista Sandra Sibele ressaltou a importância do acompanhamento especializado e do acolhimento às famílias. “O Hemocentro tem um papel fundamental no atendimento às pessoas com hemoglobinopatias e coagulopatias. Atualmente, nossa equipe multidisciplinar acompanha 74 crianças de até 12 anos com hemoglobinopatias, como anemia falciforme e talassemia, e 100 nessa mesma faixa etária com coagulopatias, como hemofilia e doença de Von Willebrand. Além do tratamento, momentos como este fortalecem o vínculo com as famílias e valorizam a infância”, destacou.
Organizada pela Coordenação de Atendimento aos Pacientes, a festa aproximou o ambiente de cuidado do universo infantil, oferecendo às crianças e seus familiares uma oportunidade de celebrar, brincar e compartilhar experiências.
Realizada no auditório da instituição, a programação contou com brincadeiras, música e entrega de lembrancinhas. Os personagens Pateta e Sonic, do grupo AniMonteiro Personagens Vivos, e a palhaça BomTeVer participaram voluntariamente da celebração, levando alegria às crianças.
O diretor-geral do Hemocentro da Paraíba, Zé Gadelha Neto, destacou que a comemoração é mais uma ação de humanização no atendimento aos pacientes hematológicos. “Unimos gestão, servidores e voluntários para promover um momento de alegria e descontração para as crianças”, pontuou.
A festa também despertou memórias sobre a trajetória de cuidado das famílias acompanhadas pela instituição. Emyli Almeida, mãe de Emanuel Vitor, de 6 anos, recordou que a descoberta da hemofilia ocorreu quando o filho começava a andar. Após uma queda, ele apresentou um sangramento persistente na boca e precisou de atendimento hospitalar. Logo depois, foi encaminhado ao Hemocentro, onde a investigação confirmou o diagnóstico e permitiu o início do tratamento.
Há dois anos, o uso de emicizumabe, medicamento fornecido gratuitamente pelo SUS, trouxe mudanças à rotina de Emanuel e de sua família, reduzindo a necessidade de deslocamentos ao serviço. “Aprendi a aplicar o medicamento e hoje precisamos vir ao Hemocentro uma vez por mês. Antes, eram três vezes por semana”, relatou Emyli.
Entre as lembranças do diagnóstico e as conquistas do tratamento, a mãe destacou os sonhos que marcam a infância do filho. “Ele adora jogar bola, sonha em ser jogador profissional e recebe tudo de que precisa para crescer como qualquer outra criança”, afirmou.
A jovem Priscila da Silva, mãe de Paulo Vitorino, de 5 anos, também destacou a assistência recebida no Hemocentro. Diagnosticada com anemia falciforme, a criança é acompanhada pela instituição desde os 15 dias de vida, com atendimento médico, odontológico e exames de rotina. “Desde que meu filho começou o acompanhamento no Hemocentro, recebemos um tratamento excelente”, afirmou.
A hematologista Sandra Sibele ressaltou a importância do acompanhamento especializado e do acolhimento às famílias. “O Hemocentro tem um papel fundamental no atendimento às pessoas com hemoglobinopatias e coagulopatias. Atualmente, nossa equipe multidisciplinar acompanha 74 crianças de até 12 anos com hemoglobinopatias, como anemia falciforme e talassemia, e 100 nessa mesma faixa etária com coagulopatias, como hemofilia e doença de Von Willebrand. Além do tratamento, momentos como este fortalecem o vínculo com as famílias e valorizam a infância”, destacou.
Organizada pela Coordenação de Atendimento aos Pacientes, a festa aproximou o ambiente de cuidado do universo infantil, oferecendo às crianças e seus familiares uma oportunidade de celebrar, brincar e compartilhar experiências.

