Os brasileiros já estão em ritmo acelerado de carnaval nesta sexta-feira. Um verdadeiro mosaico de ritmos arrasta multidões em circuitos de Norte a Sul do país. Porém, justamente quando a folia e a identidade cultural brasileira têm a expressão máxima do ano, os imprevistos podem acontecer, como ter um celular roubado ou perdido.
Para proteger os cidadãos e ajudá-los a comunicar de forma eficiente e ágil as ocorrências de roubos e furtos de aparelhos, o Ministério da Justiça e Segurança Pública disponibiliza o aplicativo Celular Seguro para dispositivos eletrônicos e a versão web, no site do Celular Seguro, que ajudam a evitar golpes e prejuízos à vítima.
Com apenas um alerta, o dono do aparelho comunica o crime pela plataforma tecnológica e, ao mesmo tempo, decide o que bloquear, se o aparelho, a linha telefônica, os aplicativos bancários e as instituições financeiras.
O usuário também pode registrar a ocorrência pelo Celular Seguro usando outro aparelho telefônico, tablet ou computador. Não é necessário ter registro prévio no aplicativo, nem informar o Imei, que é a identidade única atribuída ao aparelho.
Se a vítima de furto ou roubo ainda não for cadastrada na plataforma, poderá cadastrar em até 15 dias após o ocorrido.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública orienta os cidadãos a baixar o aplicativo, fazer o cadastro com antecedência e aproveitar o carnaval com mais segurança e tranquilidade.
Caso ocorra alguma situação de roubo, perda ou furto do aparelho, o próprio usuário ou a pessoa de confiança indicada poderá criar um alerta por meio do site ou aplicativo.
Criada em dezembro de 2023, a ferramenta de prevenção e resposta rápida em casos de roubo, furto ou perda de aparelhos móveis conta atualmente com 3,81 milhões de usuários cadastrados em todo o Brasil. Em 2025, foram registrados 98.786 alertas, representando um crescimento de cerca de 5,5% em relação a 2024.
Para este ano, o governo federal planeja ampliar e melhorar o serviço por meio da integração com as polícias civis.
Antes de comprar um celular usado, a pessoa também pode consultar se o aparelho tem restrições nas bases de dados do Celular Seguro e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A iniciativa faz parte de um esforço do governo federal para facilitar a devolução voluntária de celulares e reduzir crimes relacionados a dispositivos móveis.
