Relatório da ONU mostra aumento do turismo internacional no Brasil

O turismo internacional no Brasil registrou crescimento de 37% em 2025 em relação ao ano anterior, conforme o Barômetro Mundial do Turismo divulgado pela ONU Turismo. O país recebeu 9,3 milhões de visitantes estrangeiros, superando metas e destinos como Egito (20%), Marrocos (14%) e Ilhas Seychelles (13%), em um ano em que o mundo registrou 1,5 bilhão de viagens internacionais, quase 60 milhões a mais que em 2024.[1][2][6]

Esse desempenho posicionou o Brasil como o destino de maior expansão global, quase dez vezes superior à média mundial de 4%, e como motor principal do crescimento na América do Sul, onde a região avançou 7%. O volume superou o recorde anterior de 6,7 milhões em 2024 e a previsão de 6,9 milhões para 2025, com receitas de US$ 7,17 bilhões entre janeiro e novembro, alta de 8,41%.[1][3][6][9]

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, destacou os atrativos únicos do país, como belezas naturais, cultura, gastronomia e hospitalidade. “O Brasil tem atrativos como nenhum outro destino no mundo e isso atrai o desejo do turista de fora de conhecer as nossas belezas, a nossa cultura, nossa gastronomia e o nosso povo”, afirmou. Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o sucesso resulta de estratégias de promoção, conectividade aérea, sustentabilidade e diversidade de destinos. “Somos o país com o maior crescimento do turismo internacional no planeta, atingindo um novo patamar de competitividade global”, declarou.[1][3][6]

Entre os principais mercados, a Argentina liderou com 3,1 milhões de turistas de janeiro a novembro, crescimento de 82,1%, seguida por Chile, Estados Unidos, Uruguai e Paraguai. O fluxo chinês saltou 34%, para 94.400 visitantes, graças a ações como estande na ITB China, site em mandarim, parcerias e o Ano da Cultura Brasil-China em 2026. O turismo doméstico registrou 83,2 milhões de passageiros em voos internos até outubro, quarto maior mercado global, e 150 mil voos programados para a alta temporada de verão.[1][9]

Autoridades como o ex-ministro Celso Sabino enfatizaram o trabalho integrado do setor, que reposicionou o Brasil no mapa turístico mundial, gerando empregos e renda. Para 2026, projeções da ONU indicam crescimento global de 3% a 4%, mas o país se prepara para manter a expansão com foco em mercados emergentes e facilitação de vistos.

Fonte: Agência Brasil – Matéria Original (Clique para ler)

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