Tecnologias do Centro Integrado de Comando e Controle supera marca de 2025 e auxilia na prisão de 34 pessoas durante o Maior São João do Mundo

A segurança pública da Paraíba atingiu um marco significativo durante a Operação São João 2026. Em um período de apenas 15 dias de festividades no Parque do Povo e no distrito de Galante, em Campina Grande, as forças de segurança efetuaram 46 detenções. Destas, 34 foram realizadas com o suporte das tecnologias de monitoramento do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da 2ª Região Integrada de Segurança Pública (2ª Reisp), sendo 27 capturas diretamente atribuídas ao uso do reconhecimento facial. Este número já ultrapassa o total de prisões do ano anterior, quando 26 pessoas foram identificadas e detidas durante todo o evento de 2025. Na última quarta-feira (17), o sistema de reconhecimento facial instalado no Parque do Povo localizou mais três indivíduos. Os alertas foram gerados em tempo real e, após a validação das informações, constatou-se que os indivíduos violavam medidas cautelares da Vara de Execução Penal. Eles foram prontamente abordados pela Polícia Militar e encaminhados à Delegacia para os procedimentos legais. Os resultados alcançados são fruto dos contínuos investimentos do Governo da Paraíba em tecnologia, inteligência e integração das forças de segurança. A Gerência de Tecnologia da Informação da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Sesds) tem desempenhado um papel crucial ao aprimorar continuamente os bancos de dados utilizados nas plataformas de identificação. “A atualização e qualificação das imagens e informações nos sistemas têm ampliado a capacidade de identificação, aumentando a precisão dos alertas e contribuindo para respostas mais rápidas e eficazes das equipes”, explicou Fabiano Vieira, gerente de Tecnologia da Informação da Sesds. Policiais militares, civis, bombeiros, peritos oficiais e outros agentes de segurança participam regularmente de treinamentos para o uso eficiente dos sistemas tecnológicos e protocolos de atuação conjunta. Para a coronel BM Jousilene Sales, diretora do CICC da 2ª Reisp, os resultados evidenciam a maturidade do sistema de monitoramento da segurança pública da Paraíba. “Esses números refletem mais do que a eficiência tecnológica; eles são o resultado de um trabalho contínuo de integração, planejamento e qualificação das equipes do CICC. O reconhecimento facial é uma ferramenta crucial, mas sua eficácia depende da qualidade dos bancos de dados, dos investimentos em tecnologia e, principalmente, da atuação técnica dos profissionais que monitoram e validam cada alerta”, destacou. Os resultados até agora consolidam a Paraíba como uma referência nacional na utilização de tecnologias para prevenção, monitoramento e combate à criminalidade em grandes eventos.

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