O conflito entre Irã e Estados Unidos ganhou novos contornos com um recente episódio envolvendo o resgate de um piloto americano em território iraniano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em sua rede social, Truth Social, que as Forças Armadas resgataram o piloto, que estava gravemente ferido, após a queda de seu caça abatido por forças inimigas.
Trump destacou que a operação de resgate foi realizada durante o dia, algo considerado incomum, e durou sete horas em território iraniano. O presidente elogiou a bravura e o talento das equipes envolvidas na missão. No entanto, até o momento, não foram divulgadas imagens ou vídeos do resgate ou do piloto.
Em resposta, a agência de notícias estatal iraniana Tasnin divulgou fotos de destroços de aeronaves, que seriam norte-americanas, abatidas pelo exército iraniano durante a tentativa de resgate. O porta-voz das Forças Armadas do Irã afirmou que várias aeronaves dos EUA foram destruídas no sul de Isfahan, frustrando a missão de resgate.
As imagens mostram destroços de dois helicópteros, identificados como Black Hawk, e um avião de transporte C-130. A agência iraniana comparou o incidente a uma derrota humilhante para os Estados Unidos, evocando a fracassada operação Eagle Claw de 1980.
A operação Eagle Claw foi uma tentativa dos Estados Unidos de resgatar 52 reféns na embaixada americana em Teerã. A missão enfrentou falhas mecânicas e problemas meteorológicos, resultando na morte de oito militares antes de chegar ao destino. O episódio é frequentemente lembrado e celebrado no Irã como um fracasso americano.
