Caixa Econômica inicia pagamento de abril do Bolsa Família

A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (20) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com o novo adicional, o valor médio sobe para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o programa alcançará 18,9 milhões de famílias neste mês, com um gasto total de R$ 12,8 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz oferece seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para garantir a alimentação da criança. O programa também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes, um adicional de R$ 50 para cada filho de 7 a 18 anos e outro de R$ 150 para cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Os beneficiários de 173 cidades em 11 estados receberam o pagamento na quinta-feira (16), independentemente do NIS. A medida beneficiou moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Cidades de outros estados, como Amazonas, Bahia, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Sergipe, também foram contempladas.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso, conforme estabelecido pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é destinado a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema.

Cerca de 2,34 milhões de famílias estão sob a regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias com membros que consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba até R$ 706. Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção será reduzido de dois para um ano, mas a mudança só abrangerá as famílias que entrarem na fase de transição a partir de junho de 2025.

Fonte: Agência Brasil

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