Caixa Econômica Federal realiza pagamento de abril do Bolsa Família

A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (23) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5.

O valor mínimo do benefício é de R$ 600, mas com o novo adicional, a média sobe para R$ 678,22. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês, o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,9 milhões de famílias, totalizando um gasto de R$ 12,8 bilhões.

Além do benefício mínimo, são pagos três adicionais: o Benefício Variável Familiar Nutriz oferece seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses para garantir a alimentação da criança. Há também um acréscimo de R$ 50 para gestantes e nutrizes, R$ 50 para cada filho de 7 a 18 anos, e R$ 150 para cada criança de até 6 anos.

Tradicionalmente, o pagamento do Bolsa Família ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, que acompanha as contas poupança digitais do banco.

Em 173 cidades de 11 estados, o pagamento foi realizado no último dia 16, independentemente do NIS. A medida beneficiou moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, afetados pela seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Cidades nos estados do Amazonas, Bahia, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Sergipe também foram contempladas.

Essas localidades enfrentam problemas devido a chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso, conforme estabelecido pela Lei 14.601/2023. O Seguro Defeso é destinado a pessoas que vivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante a piracema.

Cerca de 2,34 milhões de famílias estão sob a regra de proteção em abril, permitindo que famílias com membros empregados e aumento de renda recebam 50% do benefício por até dois anos, desde que cada integrante ganhe até R$ 706.

Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção será reduzido de dois para um ano, afetando apenas as famílias que entrarem na transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Fonte: Agência Brasil

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