Ministra da Cultura destaca importância de escuta ativa para criação do Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas

A criação do Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas depende de escuta ativa e do reconhecimento da diversidade das culturas, afirmou a ministra da Cultura, Margareth Menezes, durante reunião em Aracruz (ES). No encontro, ela foi recebida por lideranças e representantes de organizações indígenas com rituais, música e danças.

Margareth Menezes destacou a importância de compreender as diferentes pautas trazidas pelos povos originários, ressaltando a diversidade de vivências, línguas e tradições. Segundo a ministra, o processo também responde a uma dívida histórica do Estado brasileiro com esses povos.

Ela enfatizou o fortalecimento do Ministério da Cultura, mencionando a extinção da pasta e a interrupção de políticas culturais na gestão anterior. O objetivo é ampliar a capilaridade das políticas culturais, alcançando aldeias, escolas, periferias e Pontos de Cultura.

A ministra defendeu a importância da participação da sociedade civil para consolidar essas conquistas, destacando a necessidade de colaboração para a manutenção de políticas como a Cultura Viva e a Aldir Blanc.

Além de representantes do Ministério da Cultura, o evento contou com a presença de organizações e representantes indígenas, incluindo o Comitê de Cultura do Acre, a Associação Xingu, a União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira e a Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade.

Fonte: Agência Brasil

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