A captação dos órgãos foi conduzida pela Central de Transplantes, que atua de forma integrada com as equipes hospitalares e transplantadoras para garantir agilidade e segurança em todas as etapas do processo.
Para a diretora da Central Estadual de Transplantes, Rafaela Carvalho, a autorização familiar é determinante para a realização do transplante. “A doação de órgãos é um dos maiores gestos de solidariedade que uma família pode realizar. Em um momento de profunda dor, essa decisão transforma vidas e renova a esperança de pessoas que esperam por uma segunda chance. Só através da doação é possível acontecer o transplante,” destacou.
Com a última doação, a Paraíba alcança a marca de 89 transplantes realizados em 2026. Atualmente, 850 pessoas seguem aguardando por um órgão ou tecido na lista de espera.
