O empresário Jorge Horacio Messi morreu aos 68 anos de idade em Rosário, na Argentina. Ele é pai de Lionel Messi, jogador da seleção argentina e do Inter Miami CF. A causa da morte ainda não foi confirmada.
O jogador ainda não se manifestou publicamente sobre a perda do pai. O clube em que Lionel Messi iniciou a carreira, o Newell’s Old Boys, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmbebol), a Associações de Futebol Argentino (AFA) e outras organizações prestaram homenagens nas redes sociais.
O Newell’s Old Boys manifestou “dor profunda e pesar” pela morte de Jorge, “reconhecido como torcedor” do clube, empresário e pai do capitão da seleção argentina. A mensagem diz ainda que ele foi o “pilar” que sustentou com “visão, rigor e afeto a carreira do melhor jogador de todos os tempos ao lado da esposa, Celia Cuccittini”.
Outros clubes argentinos como River Plate, Club Atletico Tigre, Club Atletico Huracan e Rosário Central, também fizeram homenagens.
A Conmebol disse lamentar profundamente o falecimento e está “acompanhando com respeito e afeto a Lionel, sua família, amigos e seres queridos neste momento de dor profunda”.
A AFA, representada pelo presidente Claudio Tapa, “lamentou com tristeza” o fato. Disse estar ao lado “de toda a família neste duro momento”, desejou força e enviou “um abraço mais sentido, caloroso e afetuoso”.
A Real Federação Espanhola de Futebol apreentou “condolências” em seu perfil oficial e desejou “carinho e afeto para Lionel e para entes queridos nestes momentos dor profunda”.
O escritório argentino do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) destacou Jorge como benfeitor e lamentou a perda de Lionel, embaixador da instituição, descrito como “pessoa comprometida com os direitos das meninas e meninos”.
Além do impacto humano imediato, a morte de Jorge Messi recoloca sob os holofotes a dimensão social da imagem pública de Lionel Messi, cuja atuação como Embaixador da Boa Vontade da UNICEF desde 2010 ampliou sua presença em campanhas voltadas à infância e à proteção social na Argentina e fora dela.Em um país onde a UNICEF estimou que 42,3% das crianças e adolescentes viviam em situação de pobreza no segundo semestre de 2025, e 9,4% em indigência, a relação entre o ídolo e pautas sociais ganha peso adicional e ajuda a explicar por que a repercussão do caso ultrapassou o universo esportivo.
Esse contexto também é relevante para entender o efeito econômico e simbólico de eventos pessoais envolvendo grandes atletas: em mercados como o argentino, figuras de altíssima visibilidade funcionam como vetores de atenção para causas, campanhas e arrecadação, com potencial de mobilizar opinião pública e patrocinadores.A própria homenagem da UNICEF Argentina a Jorge Messi como benfeitor indica que a família já estava integrada a essa rede de influência social, o que tende a intensificar a cobertura internacional e a leitura do episódio como algo que transcende a esfera privada.
Este conteúdo baseia-se na reportagem original da Agência Brasil e inclui informações e perspectivas adicionais. Link para reportagem original.
