O Brasil será o anfitrião da primeira edição de uma Copa do Mundo de futebol feminino realizada na América do Sul, prevista para 2027. Com isso, o Governo Federal, através do Ministério do Esporte, deu início a uma consulta pública para ouvir a população brasileira sobre as mudanças que devem ser priorizadas em decorrência do megaevento esportivo.
De acordo com um comunicado à imprensa emitido pelo Ministério do Esporte, o objetivo do governo é garantir que o torneio deixe impactos positivos e duradouros para a sociedade, além de promover uma competição histórica dentro de campo.
A consulta pública busca avaliar os legados que a competição pode deixar, como avanços sociais, esportivos e econômicos que vão além dos jogos e contribuem para o desenvolvimento do país.
Entre os possíveis legados estão o aumento do investimento e da visibilidade no futebol feminino, a criação e o fortalecimento de políticas públicas voltadas às mulheres, a ampliação da participação de meninas e mulheres no esporte, além da formação de treinadoras e gestoras. Também são discutidos o fortalecimento do futebol como um ambiente seguro, o combate à violência e ao assédio, e o desenvolvimento econômico e turístico das cidades-sede.
Interessados em participar da consulta pública devem acessar a plataforma Brasil Participativo e responder à pergunta: “Qual legado você quer para a Copa do Mundo de Futebol Feminino 2027?”. As respostas orientarão a construção do Plano Nacional do Legado Social e Esportivo da Copa do Mundo 2027.
A Copa Feminina de 2027 ocorrerá entre 24 de junho e 25 de julho. Oito estádios receberão os jogos: Maracanã (Rio de Janeiro), Arena Fonte Nova (Salvador), Arena Itaquera (São Paulo), Mineirão (Belo Horizonte), Estádio Nacional (Brasília), Arena Castelão (Fortaleza), Estádio Beira-Rio (Porto Alegre) e Arena Pernambuco (Recife).
O Mundial no Brasil será a décima edição do torneio. Antes de ser sediado na Austrália e Nova Zelândia em 2023, a competição já passou por China, Suécia, Estados Unidos, Alemanha, Canadá e França.
