Com a proposta de transformar ciência, tecnologia e cultura em motor de desenvolvimento local, a cidade de Sousa recebe o I Simpósio Internacional do Pacto de Inovação do Sertão. O evento, que teve início nessa quarta-feira (29), traz uma programação que dialoga com empreendedorismo, economia criativa, paleontologia, arqueologia e turismo até esta sexta-feira, dia 31.
A noite de abertura reuniu pesquisadores, gestores públicos, representantes de universidades e convidados internacionais. A primeira palestra foi de Marc Sans Guanyabens, da Prefeitura de Barcelona. Ele apresentou o case do 22@Barcelona, um dos exemplos mais citados no mundo quando o assunto é reconverter um território em polo de inovação.
A presença catalã no estado começou antes do simpósio com visitas técnicas da delegação da Catalunha a espaços de inovação em João Pessoa, desde a última segunda-feira (27). A comitiva também conheceu alguns dos equipamentos do Complexo Científico do Sertão (CCS), um dos pilares do projeto que está sendo discutido no simpósio, passando pelo Radiotelescópio Bingo, a Cidade da Astronomia e o Vale dos Dinossauros.
Ao longo dos três dias de evento, a programação passa por temas diversos com aplicação prática da ciência para quem vive na região.
Nos próximos dois dias, sobem ao palco representantes dos Pactos pela Inovação de Florianópolis, Goiás e Porto Alegre, trazendo experiências de outros territórios que já passaram por processos parecidos; a La Salle Technova Barcelona, fundação responsável pela transferência de metodologia do 22@, participa de painéis; e acontecem oficinas temáticas sobre a relação entre os eixos do CCS e o desenvolvimento local.
Sertão + – O Pacto de Inovação é o principal ponto do trabalho conjunto entre Catalunha e Paraíba: entender o que já funciona em outros territórios de inovação e adaptar essa experiência à realidade do Sertão paraibano, a partir do Complexo Científico do Sertão.
E esse pacto se estrutura a partir da chamada quádrupla hélice: uma forma de governança colaborativa que reúne governo, academia, setor produtivo e sociedade civil em torno de um compromisso coletivo. O objetivo é fortalecer o ecossistema de inovação de uma região e garantir continuidade às ações direcionadas ao seu desenvolvimento.
A noite de abertura reuniu pesquisadores, gestores públicos, representantes de universidades e convidados internacionais. A primeira palestra foi de Marc Sans Guanyabens, da Prefeitura de Barcelona. Ele apresentou o case do 22@Barcelona, um dos exemplos mais citados no mundo quando o assunto é reconverter um território em polo de inovação.
A presença catalã no estado começou antes do simpósio com visitas técnicas da delegação da Catalunha a espaços de inovação em João Pessoa, desde a última segunda-feira (27). A comitiva também conheceu alguns dos equipamentos do Complexo Científico do Sertão (CCS), um dos pilares do projeto que está sendo discutido no simpósio, passando pelo Radiotelescópio Bingo, a Cidade da Astronomia e o Vale dos Dinossauros.
Ao longo dos três dias de evento, a programação passa por temas diversos com aplicação prática da ciência para quem vive na região.
Nos próximos dois dias, sobem ao palco representantes dos Pactos pela Inovação de Florianópolis, Goiás e Porto Alegre, trazendo experiências de outros territórios que já passaram por processos parecidos; a La Salle Technova Barcelona, fundação responsável pela transferência de metodologia do 22@, participa de painéis; e acontecem oficinas temáticas sobre a relação entre os eixos do CCS e o desenvolvimento local.
Sertão + – O Pacto de Inovação é o principal ponto do trabalho conjunto entre Catalunha e Paraíba: entender o que já funciona em outros territórios de inovação e adaptar essa experiência à realidade do Sertão paraibano, a partir do Complexo Científico do Sertão.
E esse pacto se estrutura a partir da chamada quádrupla hélice: uma forma de governança colaborativa que reúne governo, academia, setor produtivo e sociedade civil em torno de um compromisso coletivo. O objetivo é fortalecer o ecossistema de inovação de uma região e garantir continuidade às ações direcionadas ao seu desenvolvimento.


