Termina nesta segunda-feira o prazo para candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado recorrerem da análise preliminar de caracterização de deficiência ou da avaliação das autodeclarações de pessoas negras, indígenas e quilombolas para vagas reservadas. Os resultados preliminares foram divulgados na última quinta-feira, e os concorrentes que discordam podem pedir nova análise na área do candidato até as 23h59, acessando com CPF e senha do gov.br e selecionando o menu de interposição de recursos.[1][2][5]
O processo avança com a divulgação da nota preliminar da prova discursiva e o espelho de correção previstos para 23 de janeiro, abrindo prazo para recursos entre 26 e 27 do mesmo mês. O resultado definitivo dos recursos sobre avaliação de títulos, prova discursiva, verificação documental e caracterização de deficiência sai em 18 de fevereiro, seguido da classificação final no dia 20, quando ocorre a convocação para manifestação de interesse nas vagas de preenchimento imediato.[1]
Nesta edição, o CNU 2 oferece 3.652 vagas em 32 órgãos federais, sendo 3.144 de nível superior e 508 de nível intermediário, com 2.480 chamadas imediatas após a homologação e 1.172 em curto prazo. O modelo unificado, criado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, reuniu provas em outubro e dezembro em centenas de municípios.[1][2][5][6]
Candidatos cotistas concorrem simultaneamente às vagas reservadas e à ampla concorrência. A Fundação Getúlio Vargas organiza o certame, com canais de suporte como o telefone 0800 591 0452 e o e-mail cpnu2@fgv.br para dúvidas. O concurso aplica paridade de gênero na segunda fase e heteroidentificação fenotípica para cotas, com reservas de 5% para pessoas com deficiência, 20% para negros e 30% para indígenas em vagas da Funai.[1][2][7]
