# Operação Resolução Absoluta: O ataque militar dos EUA a Venezuela
Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos executaram uma operação militar de grande escala contra a Venezuela, denominada “Operação Resolução Absoluta”, resultando na **captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores**[1][2]. A ação marcou um ponto de inflexão nas relações hemisféricas e reafirmou a postura intervencionista da administração Trump na região latino-americana.
A operação envolveu **mais de 150 aeronaves**, incluindo caças F-22, F-35 e F-18, aviões de alerta temprano E-2 e bombardeiros estratégicos B-1, despachados de bases terrestres e navais no hemisfério ocidental[2][4]. As tropas estadounidenses chegaram ao local onde Maduro se encontrava às 1h01 (horário americano), procedendo com “rapidez, precisão e disciplina” para isolar a zona e garantir a segurança das forças[2]. Os equipamentos de inteligência forneceram informações em tempo real aos soldados sobre o terreno, permitindo que se movessem “sem riscos desnecessários”[2].
Os bombardeios atingiram instalações militares em Caracas, Aragua e La Guaira, com relatos de que **praticamente toda a guarda pessoal de Maduro foi eliminada**, um contingente estimado entre 40 e 50 pessoas[4]. Segundo o jornal The New York Times, os Delta Force haviam ensaiado a operação durante meses em uma réplica em tamanho real do complexo onde Maduro se refugiava, construída em Kentucky[6]. O objetivo declarado era extrair o presidente venezuelano do país para enfrentamento de acusações de “narcoterrorismo” em um tribunal de Nova York[2].
A administração Trump apresentou a captura como uma vitória diplomática e militar. Trump confirmou em sua rede social Truth Social que Estados Unidos havia capturado o mandatário e sua esposa, afirmando que o país “governaria” Venezuela enquanto aguardava “uma transição adequada de poder”[1][2]. O presidente descartou inicialmente uma segunda oleada de ataques, mas enfatizou que as forças armadas americanas permanecem na região “em alto estado de alerta”[2]. Em entrevista ao tabloide New York Post, Trump sinalizou que não precisaria desplegar soldados em solo venezuelano se a vice-presidente Diosdado Cabello “fizesse o que queremos”[4].
Antecedentes da operação remontam a agosto de 2025, quando Trump assinou ordem autorizando o uso da força militar contra cartéis latino-americanos considerados organizações terroristas[1]. Em novembro, funcionários de alto nível da administração informaram à Reuters que os EUA estavam preparados para lançar uma nova fase de operações, incluindo ações encobertas[1]. A recompensa por Maduro foi duplicada para **50 milhões de dólares**, a maior oferecida pela história dos Estados Unidos[1].
O governo venezuelano denunciou a ação como “violação flagrante da Carta das Nações Unidas” e declarou situação de alerta nacional[3]. Maduro havia oferecido acesso aos recursos petroleiros venezuelanos para evitar a incursão militar, segundo declarações de Trump[6]. Organizações internacionais de direitos humanos, como Anistia Internacional e a organização EFE, classificaram a operação como “provável violação do direito internacional”[4][6].
A operação representa o primeiro ataque militar direto dos EUA contra um país latino-americano desde a invasão do Panamá em 1989, quando as forças americanas capturaram o então presidente Manuel Noriega, acusado de narcotráfico[1]. A mudança no poder deixa um vácuo político significativo em um país onde a indústria petroleira—dona das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta—constitui o centro da estratégia econômica americana[6].
