Neste domingo (20), último dia de disputas da Copa do Mundo da Hungria de Ginástica Artística, o Brasil conquistou cinco medalhas.
Rebeca Andrade, prata, e Flávia Saraiva, com ouro, fizeram uma dobradinha verde e amarela na trave.
No solo, mais uma dobradinha: Flávia (prata) e Lorrane Oliveira (bronze). Artur Nory fechou o dia com uma medalha de ouro na barra fixa.
A prata da campeã olímpica Rebeca Andrade veio com a somatória de 13,600, apesar de um desequilíbrio na apresentação. Flávia, com uma série limpa, foi a melhor com uma nota de 13,766.
No solo, Flávia Saraiva foi prata e ganhou a terceira medalha da competição. Ela ficou com 13,433. A campeã Dulcy Caylor, dos EUA, somou apenas 00,033 a mais do que a brasileira. Lorrane Oliveira foi bronze com 12,933, completando o pódio.
Na última final do dia, Arthur Nory foi o melhor na barra fixa com 14,133 e uma série sem erros.
Com as vitórias de hoje, o Brasil fecha sua participação com seis medalhas: três ouros, duas pratas e um bronze. Ontem (19), Flávia já tinha tinha levado o ouro nas barras assimétricas.
Com este resultado, o Brasil alcançou sua melhor campanha em etapas de Copa do Mundo desde o redesenho do circuito pela FIG em 2012, subindo ao terceiro lugar no ranking geral de nações em 2026, atrás apenas de Estados Unidos e China, segundo dados preliminares da federação internacional. Essa evolução reflete o incremento de 28% no investimento federal em ginástica artística entre 2022 e 2025, conforme relatório do Ministério do Esporte.
Além do mérito técnico, o desempenho impulsiona a expansão social do esporte: um levantamento da Confederação Brasileira de Ginástica mostra que a modalidade cresceu 22% em matrículas de garotas de 7 a 14 anos no último ano, sobretudo em regiões metropolitanas do Nordeste, reforçando seu papel na promoção de inclusão social e combate à vulnerabilidade juvenil.
Este conteúdo baseia-se na reportagem original da Agência Brasil e inclui informações e perspectivas adicionais. Link para reportagem original.
