1.Augusto Cury (Avante)
Das 9h às 11h30 – Atividades de alinhamento interno de campanha no escritório de campanha em São Paulo;
Das 17h às 18h30 – Participa de sabatina promovida pelo portal Metrópoles, em Brasília.
2.Flávio Bolsonaro (PL)
19h – Lançamento da candidatura de Flávio Roscoe (PL) ao governo de Minas Gerais, em Belo Horizonte;
Candidato cancelou atos programados para Juiz de Fora (MG).
3.Hertz Dias (PSTU)
7h – Panfletagem na fábrica da Avibras, em Jacareí (SP);
11h – Entrevista ao podcast Red Cast em São Paulo (SP).
4.Romeu Zema (Novo)
14h20 – 27ª Conferência Anual do Santander, em São Paulo.
18h30 – Jantar anual do Centro de Liderança Pública (CLP), em São Paulo.
5.Ronaldo Caiado (PSD)
12h30 – Ciclo Brasil de Ideias – Especial Eleições – Grupo Voto, São Paulo;
16h – 27ª Conferência Anual Santander, São Paulo.
6.Wilson Grassi (Democrata)
9h – Reunião com comitê de campanha;
15h – Reunião com equipe de marketing da campanha.
Os candidatos Edmilson Costa (PCB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não têm agenda pública de campanha. Clariana Barão (DC), Pablo Marçal (PRTB), Renan Santos (Missão), Rui Costa Pimenta (PCO) e Samara Martins (UP) não informaram compromissos.
A concentração de presidenciáveis e governadores na 27ª Conferência Anual do Santander e no jantar do Centro de Liderança Pública sinaliza que parte central da campanha será travada em torno da agenda econômica, em diálogo direto com o mercado financeiro e formuladores de políticas públicas. No mesmo evento em São Paulo, o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central têm defendido ajuste fiscal rigoroso e manutenção de juros em patamar restritivo, num contexto em que emendas parlamentares de até R$ 60 bilhões anuais são tratadas como peça-chave para viabilizar reformas estruturais. Esse ambiente torna a conferência um espaço de teste da capacidade dos candidatos de falar simultaneamente ao empresariado, ao Congresso e ao eleitorado preocupado com inflação, emprego e custo de vida.
Já a presença de Hertz Dias em panfletagem na Avibras ocorre num polo industrial marcado por forte vulnerabilidade trabalhista: a empresa demitiu cerca de 400 trabalhadores em 2022, entrou em recuperação judicial e, até 2024, nem mesmo a venda para um grupo estrangeiro havia se consolidado, mantendo um cenário de incerteza para empregos qualificados ligados à defesa e tecnologia. Essa
Este conteúdo baseia-se na reportagem original da Agência Brasil e inclui informações e perspectivas adicionais. Link para reportagem original.
