Uma nova turma de alunos dos cursos de Tecnologia em Ciência de Dados e Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) está formada pelo Projeto Limite do Visível. A solenidade de colação de grau ocorreu na tarde dessa sexta-feira (28), no auditório do Centro Cultural Ariano Suassuna, no Tribunal de Contas do Estado, em João Pessoa.
Ao todo, 90 formandos participaram da cerimônia. Destes, 62 concluíram o curso de ADS e 28 são de Ciência de Dados. Lançado em 2022, o projeto foi criado para ampliar o acesso de jovens egressos da Rede Estadual de Ensino à formação superior tecnológica e contribuir para sua qualificação e inserção no mercado de trabalho.
Dentre os estudantes está Maria Eduarda Barbosa, de 24 anos, que concluiu o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Limite do Visível. Ela conta que sua história com a área de tecnologia é muito longa e que logo de início não simpatizava com a temática. “Entrei pela oportunidade de ingressar [no Ensino Superior], mas com o decorrer dos anos me apaixonei por essa profissão. Hoje não sei o que seria de mim se não fosse a tecnologia”, afirmou.
Ao longo dos dois anos de formação, a vida de Maria Eduarda passou por algumas mudanças, dentre elas a maternidade. “Meu filho é a coisa mais importante para mim. Quero muito que ele se sinta orgulhoso da mãe dele, que a mãe dele descobriu um novo rumo na vida e esse rumo foi a tecnologia. Eu era da área da saúde e descobri a tecnologia na minha vida – e hoje isso é tudo pra mim”, disse a estudante.
Durante os dois anos de formação, os estudantes recebem bolsa mensal de R$ 1 mil, contribuindo para a permanência e dedicação aos estudos. Os cursos também foram estruturados a partir de PPCs (Projetos Pedagógicos de Curso), desenvolvidos em diálogo com empresas e especialistas do setor, aproximando a formação acadêmica das necessidades do mercado de tecnologia.
Quando pensa no futuro, Eduarda já sabe o que quer. “Quero seguir nessa carreira tão linda, principalmente em cibersegurança, área na qual pretendo alçar novos voos com uma pós-graduação”, explicou.
Enquanto uns estão fazendo planos, outros estudantes já colhem os resultados dessa formação. Fernando França concluiu o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas em dezembro de 2025 e atualmente trabalha na Accenture, uma das maiores empresas de tecnologia do país. “Atualmente eu trabalho como Engenheiro de Software lá e, sinceramente, acredito que sem o projeto eu não conseguiria a vaga”, afirmou.
O projeto é realizado em uma parceria entre a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior da Paraíba (Secties) e a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
Segundo o secretário da Secties, Claudio Furtado, esses são os frutos do propósito do Projeto: “fazer com que os estudantes possam trabalhar em problemas reais nessas áreas e atender às necessidades do mercado de trabalho”. Durante a cerimônia, Furtado ressaltou o impacto do Limite do Visível, que alcançou a marca de mais de 1.020 estudantes concluintes dos cursos disponíveis, garantindo o diploma do Ensino Superior e podendo buscar novas oportunidades profissionais.
A colação de grau representa um momento importante para o projeto e para os estudantes que concluem uma formação voltada a um dos setores que mais demandam profissionais qualificados. A primeira turma do Limite do Visível iniciou a formação no segundo semestre de 2023.
Ao todo, 90 formandos participaram da cerimônia. Destes, 62 concluíram o curso de ADS e 28 são de Ciência de Dados. Lançado em 2022, o projeto foi criado para ampliar o acesso de jovens egressos da Rede Estadual de Ensino à formação superior tecnológica e contribuir para sua qualificação e inserção no mercado de trabalho.
Dentre os estudantes está Maria Eduarda Barbosa, de 24 anos, que concluiu o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Limite do Visível. Ela conta que sua história com a área de tecnologia é muito longa e que logo de início não simpatizava com a temática. “Entrei pela oportunidade de ingressar [no Ensino Superior], mas com o decorrer dos anos me apaixonei por essa profissão. Hoje não sei o que seria de mim se não fosse a tecnologia”, afirmou.
Ao longo dos dois anos de formação, a vida de Maria Eduarda passou por algumas mudanças, dentre elas a maternidade. “Meu filho é a coisa mais importante para mim. Quero muito que ele se sinta orgulhoso da mãe dele, que a mãe dele descobriu um novo rumo na vida e esse rumo foi a tecnologia. Eu era da área da saúde e descobri a tecnologia na minha vida – e hoje isso é tudo pra mim”, disse a estudante.
Durante os dois anos de formação, os estudantes recebem bolsa mensal de R$ 1 mil, contribuindo para a permanência e dedicação aos estudos. Os cursos também foram estruturados a partir de PPCs (Projetos Pedagógicos de Curso), desenvolvidos em diálogo com empresas e especialistas do setor, aproximando a formação acadêmica das necessidades do mercado de tecnologia.
Quando pensa no futuro, Eduarda já sabe o que quer. “Quero seguir nessa carreira tão linda, principalmente em cibersegurança, área na qual pretendo alçar novos voos com uma pós-graduação”, explicou.
Enquanto uns estão fazendo planos, outros estudantes já colhem os resultados dessa formação. Fernando França concluiu o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas em dezembro de 2025 e atualmente trabalha na Accenture, uma das maiores empresas de tecnologia do país. “Atualmente eu trabalho como Engenheiro de Software lá e, sinceramente, acredito que sem o projeto eu não conseguiria a vaga”, afirmou.
O projeto é realizado em uma parceria entre a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior da Paraíba (Secties) e a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
Segundo o secretário da Secties, Claudio Furtado, esses são os frutos do propósito do Projeto: “fazer com que os estudantes possam trabalhar em problemas reais nessas áreas e atender às necessidades do mercado de trabalho”. Durante a cerimônia, Furtado ressaltou o impacto do Limite do Visível, que alcançou a marca de mais de 1.020 estudantes concluintes dos cursos disponíveis, garantindo o diploma do Ensino Superior e podendo buscar novas oportunidades profissionais.
A colação de grau representa um momento importante para o projeto e para os estudantes que concluem uma formação voltada a um dos setores que mais demandam profissionais qualificados. A primeira turma do Limite do Visível iniciou a formação no segundo semestre de 2023.


